5 Criaturas da Criptozoologia - Sessão do Medo

29 de maio de 2018

5 Criaturas da Criptozoologia




Criptozoologia é o estudo de espécies animais lendárias, mitológicas, hipotéticas ou avistadas por poucas pessoas. Inclui também o estudo de ocorrências de animais presumivelmente extintos. A criptozoologia aborda ainda os seus tópicos de um ponto de vista antropológico, procurando relacionar os mitos de várias culturas com animais extintos ou desconhecidos. O termo foi cunhado sobre as expressões cripto- (do grego kryptós, é, ón 'oculto') e zoologia (o ramo da Ciência que estuda os animais).

1º Monstro do lago Ness
A primeira aparição rolou há vários séculos: a biografia do santo cristão São Columbano narra que, em 565 d.C., ele teria salvado um pescador das mandíbulas de um animal rastejante. O sucesso do resgate foi testemunhado das margens por vários fiéis, que viram Columbano berrar e fazer o sinal da cruz antes de enxotar o predador para as profundezas.

2º Ieti
 As montanhas do Himalaia no Tibet e no Nepal são a casa dessas criaturas lendárias. Os termos “ieti” e “abominável homem das neves” às vezes são aplicados a seres de outras áreas remotas da Ásia também.

3º  Símio-de-bondo


São macacos gigantes de existência não provada que habitariam a região de Bondo na República Democrática do Congo. Há relatos deste animal durante vários séculos. Foram encontrados crânios de macacos gigantes na região de Bili. Foram classificados como pertencentes a uma nova subespécie de macaco pelo pesquisador Henri Shoutenden em 1927.

4º Pé-grande


 Existe uma teoria científica que aponta a possibilidade dessas criaturas serem descendentes diretos do gigantopithecus, primata já extinto, maior que um gorila e que possuía dentes parecidos com os dos humanos. Seu parente vivo mais próximo é o orangotango.

5º Kongamato


 A primeira menção do nome Kongamato, foi no ano de 1923, quando viajante pelo nome de Frank H. Melland estava trabalhando para uma vez em Zâmbia, recolhendo relatos de nativos sober uma misteriosa ave, sem pelos, que atacava os nativos naquela região. Eles a chamavam de “Kongamato” (significando “dominador de barcos”).

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