5 lendas urbanas que você provavelmente conhece - Sessão do Medo

22 de maio de 2018

5 lendas urbanas que você provavelmente conhece



Além de escrever para o "Sessão do Medo" eu tenho um blog sobre filmes de terror que chama "Terror Mania" e um podcast chamado "Locadora do Trash". No qual sempre trazemos algum tema relacionado ao cinema de horror ou assuntos que sempre deram medo na gente.

Em um desses programas resolvemos falar sobre "lendas urbanas" e nisso separei essa lista de algumas lendas urbanas que deram medo e ainda dão para as crianças que viveram nos anos 80 e 90. Confira aqui as "5 lendas Urbanas que você provavelmente conhece".

1º A faca do boneco Fofão


O Fofão foi criado e interpretado pelo ator Orival Pessini, o Fofão foi um dos personagens de maior sucesso da tevê durante a década de 1980. A fascinação das crianças pelo “mascote” do Balão Mágico foi tanta, que ele gravou discos e clipes e lançou o famigerado boneco que, logo após chegar às lojas, foi taxado de demoníaco. A lenda é de que havia uma faca escondida dentro do brinquedo. E, como se só isso não bastasse, diziam que ele hipnotizava crianças para fazer retirar a faca! E daí, quando a criança acordava, encontrava pais e amiguinhos mutilados... A razão para tal lenda era o suporte interno que ligava a cabeça ao tronco do boneco, em formato de punhal. A verdade é que o boneco do Fofão é um tanto assustador por si só e já foi comparado até ao boneco Chucky, do filme Brinquedo Assassino (1988). Há semelhanças físicas, especialmente no que diz respeito às bochechas, não?

 O Chupa-cabra


Se você viveu a infância nos anos 1990, é batata: você ficou amedrontada com essa história. O Brasil se deparou com a notícia de que diversas cabras estavam morrendo, sempre com dentadas no pescoço, em localidades rurais do país. Alguns camponeses chegaram a ver uma criatura suspeita, parecida com um extraterrestre, nos locais onde aconteciam as mortes. Alguns anos antes, em Porto Rico, histórias quase idênticas eram contadas pela população rural de lá. Coincidência? Não se sabe. Até hoje, nenhuma investigação concluiu que tipo de criatura matava as cabras como vampiros, mas uma coisa é certa: que dá medo, dá.

3º A Gangue do Palhaço


Durante a década de 1990, o extinto jornal Notícias Populares, conhecido pelos seus exageros e notícias sensacionalistas, publicou a história verídica de um palhaço que matou dezenas de crianças nos EUA na década de 60. A partir daí, o boato sobre a tal “Gangue do Palhaço”, que assassinava crianças e adolescentes na região metropolitana de São Paulo, se espalhou como se fosse notícia, no maior estilo telefone sem fio. Resultado: milhares de famílias com medo de que suas crianças não voltassem para casa.

4º A loira do banheiro


Um clássico é um clássico! Dizem que o espírito da loira do banheiro aparece para crianças e adolescentes nos banheiros das escolas, aterrorizando-as. A lenda foi construída em Guaratinguetá, interior de São Paulo, e tem sua origem em uma história inspiradora para mulheres. No fim do século 19, a jovem Maria Augusta de Oliveira, pertencente à elite paulista, teria fugido para a França a fim de se livrar de um casamento arranjado pelo pai. Em Paris, teria falecido muito cedo, aos 26 anos. Seu corpo foi enterrado no Brasil e, anos mais tarde, o casarão da família foi transformado na Escola Estadual Conselheiro Rodrigues Alves, que em 1916 sofreu um misterioso incêndio. Daí a história de que o espírito da moça vagaria pela escola.

5º A Xuxa


Parece que os anos 80 e 90 foram o maior celeiro de lendas macabras do Brasil. Até a Xuxa, Rainha dos Baixinhos, foi alvo de um dos boatos mais bizarros da história da televisão brasileira: a de que ela teria feito um pacto com o diabo. As teorias da época giravam em torno do álbum “Xou da Xuxa”, de 1986, que se girado no sentido anti-horário, revelariam mensagens satânicas. O refrão do hit “Doce Mel”, que dizia “doce, doce, doce”, viraria “sangue, sangue, sangue”. Mais tarde, no sétimo volume do LP, lançado em 1992, a polêmica seria sobre a música “Marquei um X”: xis, ao contrário, seria six, o número do diabo.

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